Cuiabá, 11 de maio de 2009

Para a plateia, ficaram muito claras as chances reais que a cidade tem de ser escolhida. Para o assessor técnico do Crea-MT Péricles Baicere Schmidt, por exemplo, a informação de que uma empresa foi contratada para execução do projeto lhe trouxe confiança. "Essa empresa citada pelo secretário já participou de eventos na África do Sul, portanto eles têm competência para dizer quais as nossas vantagens e como devemos explorá-las. Confesso que estou mais confiante de que Cuiabá pode ser sim escolhida", declarou.
Segundo o secretário de Turismo, o fato de Cuiabá ser escolhida para sediar a Copa em 2014 traria investimentos imediatos que demorariam pelo menos dez anos para acontecer. "A exemplo de uma nova estruturação do aeroporto, infraestrutura em quase todos os pontos turísticos da cidade, a circulação de 50 a 120 mil pessoas por semana e mesmo a economia principal mudaria, a economia do estado deixaria de ser meramente proveniente do agronegócio", informou.
Para o presidente do Crea-MT, eng. civ. Tarciso Bassan, a exemplo de outras capitais brasileiras, Cuiabá se transformará em um grande canteiro de obras. "Obras essas que gerarão empregos e beneficiarão diversos setores da economia, isso sem falar no incremento de orçamento para o estado, que, segundo o secretário Yuri, chegará a R$ 10 milhões".
Yuri Bastos também citou que o governo possui 26 projetos entre eles o de construção do estádio já com caixa de R$ 4 milhões e que um teleférico para o complexo turístico de Chapada dos Guimarães já está sendo licitado.
Acessibilidade
O Conselheiro e Diretor Financeiro do Crea-MT, Técnico em Edificações Givaldo Dias Campos, aproveitou a oportunidade para questionar sobre o quesito acessibilidade do projeto para Copa 2014. Segundo o secretário de estado, as diretrizes ainda não foram definidas, mas garantiu de antemão que o Crea-MT terá uma cadeira no comitê pró-copa para avaliar decisões pertinentes a esse assunto.
Rafaela Maximiano
Ascom/Crea-MT
