Brasília, 21 de outubro de 2009.
O estado de São Paulo, que a cada dia sofre mais com a poluição do ar, terá de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. A determinação está na Política Estadual de Mudanças Climáticas, lei aprovada na última semana. A meta é diminuir 20% da emissão até 2020, levando em consideração a quantidade de gases emitida em 2005.
De acordo com o conselheiro da Câmara Especializada de Agronomia do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), Augusto José Pereira Filho, a iniciativa do governo é positiva, mas será preciso o engajamento de todos os setores para que a lei dê certo. “Será um grande desafio. Nosso transporte de cargas, por exemplo, é feito pelo sistema viário, com queima de diesel, o que gera poluição. Se não houver mudança nas tecnologias que permitam a redução da emissão de CO2, isso pode representar, potencialmente, um prejuízo enorme para a economia”, afirma Pereira.
Ele cita exemplos de contribuições da engenharia para minimizar os efeitos da poluição. Entre eles, está o Programa do Álcool – Proálcool –, que potencializou a produção desse combustível, menos poluente do que o petróleo e no qual o Brasil foi pioneiro. Outros exemplos são alternativas que devam ainda entrar no mercado, como os carros elétricos.
Para o conselheiro, a lei aprovada em São Paulo deveria ser implantada em outros Estados e em outros países. “Só assim, em uma ação mundial, os efeitos climáticos poderiam ser reduzidos”, defende.
Assessoria de Comunicação do Confea
Com informações da Agência do Rádio
O estado de São Paulo, que a cada dia sofre mais com a poluição do ar, terá de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. A determinação está na Política Estadual de Mudanças Climáticas, lei aprovada na última semana. A meta é diminuir 20% da emissão até 2020, levando em consideração a quantidade de gases emitida em 2005.
De acordo com o conselheiro da Câmara Especializada de Agronomia do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), Augusto José Pereira Filho, a iniciativa do governo é positiva, mas será preciso o engajamento de todos os setores para que a lei dê certo. “Será um grande desafio. Nosso transporte de cargas, por exemplo, é feito pelo sistema viário, com queima de diesel, o que gera poluição. Se não houver mudança nas tecnologias que permitam a redução da emissão de CO2, isso pode representar, potencialmente, um prejuízo enorme para a economia”, afirma Pereira.
Ele cita exemplos de contribuições da engenharia para minimizar os efeitos da poluição. Entre eles, está o Programa do Álcool – Proálcool –, que potencializou a produção desse combustível, menos poluente do que o petróleo e no qual o Brasil foi pioneiro. Outros exemplos são alternativas que devam ainda entrar no mercado, como os carros elétricos.
Para o conselheiro, a lei aprovada em São Paulo deveria ser implantada em outros Estados e em outros países. “Só assim, em uma ação mundial, os efeitos climáticos poderiam ser reduzidos”, defende.
Assessoria de Comunicação do Confea
Com informações da Agência do Rádio
