Brasília, 22 de novembro de 2010.
Já em formato de projeto de lei, a proposta de criação do Serviço Florestal de Rondônia será apresentada na sede da Federação das Indústrias de Rondônia no próximo dia 6, em Porto Velho. “A ideia”, diz Ubiratã Francisco da Silva, ex-presidente do Crea-RO, “é buscar o apoio da indústria de base florestal para a aprovação da lei já que a criação do Serviço abrirá cerca de 500 empregos diretos estado”.
Na reunião, a proposta apresentada pela Associação Rondoniense de Engenheiros Florestais, e que já conta com o apoio de todo o Sistema Confea/Crea, coloca lado a lado com os mesmos objetivos: governo, iniciativa privada e representantes da sociedade civil em busca de um desenvolvimento que respeite as leis da natureza e coloque o estado em melhores condições econômicas. O manejo sustentável da floresta é defendido por Ubiratã, para quem sem ele “o fim dos recursos naturais é previsível”.
“Rondônia tem pouco mais de 23 mil quilômetros quadrados, dos quais 65% são áreas institucionais, unidades de conservação de uso sustentável e de proteção integral de domínio público tanto federal, quanto estadual e municipal. Com exceção das que integram o patrimônio público federal, as outras estão sem destinação e uso adequados, por falta de uma política florestal conjugada com uma gestão eficaz e eficiente”, diz documento assinado pelo presidente da Aref, Joel Magalhães.
Ainda segundo o documento, a criação do Serviço Florestal de Rondônia, como uma autarquia pública estadual, politicamente ligada à Secretaria de Meio Ambiente, terá autonomia administrativa, financeira, técnica e operacional para viabilizar o trabalho dos engenheiros florestais que visam fazer da floresta “um ativo econômico por meio do setor da base florestal como a pesquisa”.
Maria Helena de Carvalho
Assessoria de Comunicação do Confea
Já em formato de projeto de lei, a proposta de criação do Serviço Florestal de Rondônia será apresentada na sede da Federação das Indústrias de Rondônia no próximo dia 6, em Porto Velho. “A ideia”, diz Ubiratã Francisco da Silva, ex-presidente do Crea-RO, “é buscar o apoio da indústria de base florestal para a aprovação da lei já que a criação do Serviço abrirá cerca de 500 empregos diretos estado”.
Na reunião, a proposta apresentada pela Associação Rondoniense de Engenheiros Florestais, e que já conta com o apoio de todo o Sistema Confea/Crea, coloca lado a lado com os mesmos objetivos: governo, iniciativa privada e representantes da sociedade civil em busca de um desenvolvimento que respeite as leis da natureza e coloque o estado em melhores condições econômicas. O manejo sustentável da floresta é defendido por Ubiratã, para quem sem ele “o fim dos recursos naturais é previsível”.
“Rondônia tem pouco mais de 23 mil quilômetros quadrados, dos quais 65% são áreas institucionais, unidades de conservação de uso sustentável e de proteção integral de domínio público tanto federal, quanto estadual e municipal. Com exceção das que integram o patrimônio público federal, as outras estão sem destinação e uso adequados, por falta de uma política florestal conjugada com uma gestão eficaz e eficiente”, diz documento assinado pelo presidente da Aref, Joel Magalhães.
Ainda segundo o documento, a criação do Serviço Florestal de Rondônia, como uma autarquia pública estadual, politicamente ligada à Secretaria de Meio Ambiente, terá autonomia administrativa, financeira, técnica e operacional para viabilizar o trabalho dos engenheiros florestais que visam fazer da floresta “um ativo econômico por meio do setor da base florestal como a pesquisa”.
Maria Helena de Carvalho
Assessoria de Comunicação do Confea
