Brasília, 5 de dezembro de 2008
A tragédia ambiental sofrida em todo estado de Santa Catarina foi lembrado durante a abertura do Fórum das Águas na manhã desta sexta-feira (05), no auditório Águas Claras. Segundo o coordenador geral do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Lupércio Ziroldo Antonio, a falta de planejamento e da não inserção do assunto água na agenda política do país influenciaram na tragédia.
Para o conselheiro da Associação Brasileira de Engenheiros Sanitaristas e Ambientais, Oscar Cordeiro Neto e para a coordenadora administrativa do Fórum Nacional de Órgãos Gestores das Águas, Cleide Izabel Pedrosa, existe uma dívida muito grande de anos de degradação ambiental que precisa ser sanada.
“Somente com a troca de experiência entre os segmentos é que poderemos mudar as diferente visões, pois agora começamos a sentir as conseqüências de anos de degradação ambiental. Também precisamos mudar conceitos e quebrar paradigmas. Nossos grandes desafios hoje são a drenagem no saneamento e as práticas na agricultura”, declarou Cleide Pedrosa.
O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA), realizou a abertura do Fórum das Águas, seguido de nomes como do diretor de Recursos Hídricos da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambientais Urbanos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Bosco Serra, o presidente da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas, Everton de Oliveira, e, o presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Francisco Assis.
O presidente da Agência Nacional das Águas, José Machado, aproveitou a oportunidade para lançar o Fórum Mundial das Águas que será realizado em Stambul na Turquia, em março de 2009.
Rafaela Maximiano
A tragédia ambiental sofrida em todo estado de Santa Catarina foi lembrado durante a abertura do Fórum das Águas na manhã desta sexta-feira (05), no auditório Águas Claras. Segundo o coordenador geral do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Lupércio Ziroldo Antonio, a falta de planejamento e da não inserção do assunto água na agenda política do país influenciaram na tragédia.
Para o conselheiro da Associação Brasileira de Engenheiros Sanitaristas e Ambientais, Oscar Cordeiro Neto e para a coordenadora administrativa do Fórum Nacional de Órgãos Gestores das Águas, Cleide Izabel Pedrosa, existe uma dívida muito grande de anos de degradação ambiental que precisa ser sanada.
“Somente com a troca de experiência entre os segmentos é que poderemos mudar as diferente visões, pois agora começamos a sentir as conseqüências de anos de degradação ambiental. Também precisamos mudar conceitos e quebrar paradigmas. Nossos grandes desafios hoje são a drenagem no saneamento e as práticas na agricultura”, declarou Cleide Pedrosa.
O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA), realizou a abertura do Fórum das Águas, seguido de nomes como do diretor de Recursos Hídricos da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambientais Urbanos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Bosco Serra, o presidente da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas, Everton de Oliveira, e, o presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Francisco Assis.
O presidente da Agência Nacional das Águas, José Machado, aproveitou a oportunidade para lançar o Fórum Mundial das Águas que será realizado em Stambul na Turquia, em março de 2009.
Rafaela Maximiano
