Vitória (ES), 29.11.2005

Receberam medalhas: eng. agrônomo Alysson Paulinelli; arquiteto Paulo de Melo Zimbres; geólogo Osmar Sinelli; eng. agrônomo Antônio Roque Dechen; eng. civil Arthur Gehardt Santos; eng. civil, eletricista e mecânico Ennio Cruz da Costa; eng. agrônomo Jerônimo Rosado Maia; eng. aeronáutico Ozires Silva; eng. florestal Hildebrando de Miranda Flor; eng. civil Adolpho Polillo; arquiteto Gian Carlo Gasperini e o eng. eletricista Luis Carlos Nogueira de Freitas.
O arquiteto Paulo de Melo Zimbres começou a contribuir com a arquitetura brasileira na era JK. O ano era 1960, lembra Paulo Zimbres: “naquela época o presidente Juscelino Kubitschek fazia crescer a auto-estima do País e os técnicos souberam respeitar os desafios daquele momento”. Naquele “período criativo”, destaca Paulo Zimbres, os profissionais souberam vencer desafios e corresponderam à altura, contribuindo na implantação da indústria automobilística, ampliação da malha rodoviária e das fronteiras agrícolas e na inauguração de Brasília.
Para os dias de hoje, Paulo Zimbres frisa que o País está numa entressafra e conta “com o talento da juventude e dos colegas que estão na ativa para a criação de uma boa arquitetura, que certamente terá reconhecimento internacional”.

Quem estava também orgulhoso e muito emocionado com a homenagem era o eng. civil Arthur Gehardt Santos. Sua contribuição no desenvolvimento do Espírito Santo se deu com a implantação de grandes empresas como a Aracruz Celulose e a Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST). Apesar de todos os avanços, “o País precisa de muito investimento em pesquisa e tecnologia para concorrer com o Primeiro Mundo”, alega.
O arquiteto Gian Carlo Gasperini, também homenageado, deixou sua marca no Espírito Santo ao participar da construção da Terceira Ponte. Ao destacar a importância de eventos dessa natureza, frisou que a arquitetura e a engenharia caminham juntas, fortalecendo, ainda mais, o conjunto de obras nas cidades brasileiras.
